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| Juninho Vivo Alem da Vida |
Qualquer dia...Qualquer hora...A gente se encontra Seja aonde for....Para falar de amor Prá matar a saudade,Da felicidade Dos instantes, que juntos passamos E promessas juramos,Reviver os momentos De sonho e de paixão,Das palavras loucas, Vindas do coração. Meu amor Ah se eu pudesse te abraçar agora...Poder parar o tempo nessa hora Para nunca mais eu ver você partir......Meu amor...
""Aqueles que passam por nós,não vão sós,não nos deixam sós.
""Deixam um pouco de si, levam um pouco de NÓS.""
Juninho , como eu queria poder te abraçar e não deixar você partir...Te amo, Sempre....
AMIGOS, POR FAVOR DEIXEM SEUS COMENTÁRIOS,É IMPORTANTE PARA MIM SABER A OPINIÃO DE VOCÊS...
Escrito por Geisa Almeida às 03:45:05
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Lidando com os filhos que ficaram.... 
Não é incomum os pais atribuírem qualidades santificadas ao filho morto, como "o favorito", "melhor", "mais sensível", ou "especial". Isto pode intensificar as experiências de luto dos pais como dos irmãos. Podem acontecer as comparações entre os filhos vivos e o filho idealizado que morreu.
É bom lembrar que esta criança também está sofrendo pois perdeu um irmão, e porque vê seus pais sofreram de forma tão intensa como se ele não fosse capaz de amenizar dor nenhuma. Isto pode trazer sérias complicações para o desenvolvimento psicológico deste irmão.
Por outro lado os pais vivem sentimentos ambivalentes em relação aos filhos que "sobreviveram" pois sentem medo de investir afetivamente nestes, ou por outro lado, passam a superproteger, com medo de perder estes também. Isto muitas vezes tem um caráter de castigo por terem sobrevivido no lugar do irmão morto. Gabriela Casellato
Pais em luto que, numa ânsia de busca, relembram incessantemente tudo o que viveram com os seus filhos falecidos estejam atentos à vida quotidiana e ao futuro dos outros filhos falecidos, ao vosso lado também sofrem. Eles deprimem-se por verem tanta tristeza à sua volta. Os irmãos são uma parte muito importante dos que partiram porque partilharam imensas coisas que os próprios pais desconhecem. Viveram, por vezes, um mundo muito especial juntos e, por isso, a imagem desses irmãos permanece no seu interior para sempre. Os filhos vivos têm de ser salvos do seu desespero e somos nós, pais em luto, que temos de superar a nossa mágoa e tentar compreender também a sua dor, continuando a dialogar com eles e a mostrar-lhes o nosso amor. Aida Nuno, in Na curva do caminho Textos extraídos do site: "Casulo- Associação Brasileira de Apoio ao Luto"
Nós temos uma importante missão. Dolorosa e difícil sim, mas essencial. Não podemos nos esquecer que nós somos pais de todos nossos filhos. Daqueles que partiram e daqueles que ficaram. A morte de um não nos isenta da responsabilidade de continuar oferecendo aos outros tudo que pudermos, mas principalmente Amor e Carinho.
Juninho eu te amo....
Karyn e Leonardo, eu os amo também....

Escrito por Geisa Almeida às 03:07:00
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