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Juninho Vivo Alem da Vida


 No dia que amanhece,  na noite que chega...  Que falta você me faz! 

 Na lembrança que volta,  na saudade que aperta...  Que falta você me faz! 

 Na lágrima que corre,  no lenço que a seca...  Que falta você me faz!  

 No coração que só bate,  no desejo que teima... Que falta você me faz!  

 Nas noites que passo acordada, nos dias em que fico calada...  Que falta você me faz!  

 Na sua demora em voltar,  no seu silêncio de morte...  Que falta você me faz!  

     Que  falta meu Filhão...Que falta!!!   

JU, nestes 14 meses sem você, não houve um só dia, uma só hora, um só instante em que não pensamos em você.Dizem que o primeiro ano é o pior, as primeiras datas marcantes...Mas hoje sei que não adianta, todos os dias são de lembranças,de saudades imensas.

Você estará sempre em nossos corações, viu meu amor? Para sempre...Jamais nos esqueceremos de você.....

Te amooooo    muuuitooooo..............

Hoje 19/07/06 às 19:00 , faremos a Missa na Igreja São Francisco.Agradeço de coração a quem comparecer.

Acendam uma velinha para ele no Altar Virtual   -  http://www.altardosanjos.com.br/altarvirtual/altar.php?id=3855            

"Se meus olhos mostrassem o fundo de minha alma, todos ao me ver sorrir, chorariam comigo."  (Kurt Cobain)



Escrito por Geisa Almeida às 01:56:26
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Não há morte

Depois que partiram do círculo carnal aqueles a quem amamos, temos a impressão de que a vida perdeu a sua finalidade.

As horas ficaram vazias, enquanto uma angústia  nos dilacera e um desespero que mina as nosas energias se fazem  constante nos nossos momentos de demorada agonia.

Estiveram ao nosso lado como bênção de Deus, clareando o nosso mundo de alegriasa com as luzes da suas presenças e não pensavamos, não nos permitíamos acreditar na possibilidade de que eles  pudessem nos preceder na viagem de retorno.

Cessados os primeiros instantes do impacto que a realidade nos impôs, relembramos as horas de alegria enquanto as lágrimas correm incessantes, sem conforto, como se carregassem ácido que nos queima a face mas não diminui a saudade...Ante essa situação, o futuro nos desdobra sombrio, ameaçador, e interrogamos como será possível prosseguir sem eles.


O nosso coração bate destroçado e a nossa dor moral se transforma em punhalada física,como a lâmina a revolver a ferida.

Tememos não suportar tão cruel sofrimento.Conseguiremos, porém, superá-lo.

Muito justas, sim, nossas saudades e sofrimentos.Não, porém, a ponto de levar-nos ao desequilíbrio, à morte da esperança, à revolta...

Os seres a quem amamos e que morreram, não se consumiram ,não acabaram.Eles sobreviveram.

A vida seria um farsa, se terminasse ante o sopro desagregador da morte que passa.

A vida se manifesta, se desenvolve em infinitos matizes e incontáveis expressões. A forma se modifica e se estrutura, se agrega e se decompõe passando de uma para outra expressão vibratória sem que a energia que a vitaliza dependa das circunstâncias transitórias em que se exterioriza.

Não estão, portanto, mortos, no sentido de destruídos, os que transitaram ao nosso lado e se transferiram de domicílio.

Prosseguem vivendo aqueles a quem amamos. Aguardemos um pouco,orando.A prece nos clareia a alma e os envolvem no rumo por onde seguem.

Não nos debilitemos mentalmente com altas doses de mágoas, com interrogações pressionantes.Esforçemo-nos por encontrar a resignação.

O amor vence, quando verdadeiro, qualquer distância e é ponte entre abismos, encurtando caminhos.

Da mesma forma que desejamos voltar a senti-los, a falar-lhes, a ouvir-lhes, eles também  assim o desejam.

Necessitam, porém, evoluir, tanto quanto nós mesmos.

Se nos prendemoss a eles demoradamente ou os encarceramos no egoísmo, desejando continuar uma etapa que ora se encerrou, não os ajudaremos, porque estarão na retaguarda.

Libertando-os, eles prosseguirão conosco, preparar-nos-ão o reencontro, aguardar-nos-ão...

Façamo-nos,digno deles, da sua confiança, e cheios de amor enriqueçamos outras vidas em memória deles, por afeição a eles.

Não pensemos mais em termos de "adeus" e, sim, em expressões de "até logo mais".

Todos os homens na Terra são chamados a esse testemunho, o da temporária despedida. Consideremos, portanto, a imperiosa necessidade de pensar nessa  reflexão sobre a morte , com que nos armarás, desde já, para o retorno, ou para enfrentamos em paz a partida dos nossos amores...

Quanto àqueles que vimos partir, de quem sofremos saudades infinitas e impreenchíveis vazios no sentimento, Vamos entregá-los a Deus, confiando-os e confiando-nos ao Pai, na certeza de que, se soubermos abrir a alma para a  esperança e à fé, conseguiremos senti-los, ouvi-los, deles haurindo a confortadora energia com que nos fortaleceremos até ao instante da união sem dor, sem sombra, sem separação pelos caminhos do tempo sem fim, no amanhã venturoso.

Texto de Joanna de Ângelis - Picografada por Divaldo P Franco      JU ....



Escrito por Geisa Almeida às 01:19:12
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